Startup de NFT levanta R$ 500 milhões enquanto tem funcionários na Ucrânia


A Rarify, uma nova startup de NFT, levantou uma série A de US$ 10 milhões para US$ 100 milhões, cerca de R$ 500 milhões na cotação atual, por meio da Pantera Capital, uma das primeiras companhias de capital de risco a se concentrar no ramo de criptomoedas.

A escolha pela empresa aconteceu porque a startup decidiu fazer algo mais 'corriqueiro' do que apenas um grupo de usuários baseados em tokens.

A ideia é vender softwares para grandes corporações que facilitam a criação e venda de NFTs. Ou seja, fazer algo como nos moldes simples da Square, empresa de pagamentos criada por Jack Dorsey, cofundador do Twitter.

Segundo Revas Tsivtsivadze, cofundador da startup, “fazer check-out no OpenSea”, que é o maior Exchange NFT, atualmente leva 14 etapas. Portanto, a meta da Rarify seria reduzir esse longo processo para três etapas.

No futuro, a empresa planeja construir um software de investimento para avaliar valores de NFTs, classe de ativos volátil e sem regulamentação.


Conflito na Ucrânia

Dos 14 funcionários da Rarify, quatro estão na Ucrânia, onde residiam antes do conflito. Lá estão o diretor de tecnologia e o chefe de engenharia.

A confundadora da startup, Lasha Antadze, é georgiana assim como Tsivtsivadze, e estava na Ucrânia até sair do país há algumas semanas. Os funcionários que estão na região se encontram nas cidades de Kiev e Kharkiv.

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